domingo, 24 de abril de 2016

Gripe H1N1

 visão geral

O que é Gripe H1N1?

A gripe H1N1 consiste em uma doença causada por uma mutação do vírus da gripe. Também conhecida como gripe Influenza tipo A ou gripe suína, ela se tornou conhecida quando afetou grande parte da população mundial entre 2009 e 2010.
Os sintomas da gripe H1N1 são bem parecidos com os da gripe comum e a transmissão também ocorre da mesma forma. O problema da gripe H1N1 é que ela pode levar a complicações de saúde muito graves, podendo levar os pacientes até mesmo à morte.

Pandemia

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ao todo 207 países e demais territórios notificaram casos confirmados de gripe H1N1 entre 2009 e 2010, quando houve a pandemia da doença. Durante este período, foram quase nove mil mortos em decorrência da gripe H1N1.
O surto começou no México, onde uma doença respiratória alastrou-se pela população e chegou rapidamente aos Estados Unidos, Canadá e, depois, para o restante do mundo – graças às viagens aéreas.

Surto 2016

Em 2016 a gripe H1N1 chegou mais cedo ao Brasil. Em março de 2016 o número de casos só no estado de São Paulo superou a quantidade de pessoas doentes em 2015 em todo o país. São 260 casos no Estado até março de 2016, contra 141 no Brasil no ano anterior.
Normalmente a gripe H1N1, assim como os outros tipos de gripe, são bem mais comuns no inverno, mas o surto desta vez começou no verão. Acredita-se que o grande fluxo de pessoas vindas de regiões frias, como Estados Unidos, Canadá e Europa.

Causas

As primeiras formas do vírus H1N1 foram descobertas em porcos, mas as mutações conseguintes o tornaram uma ameaça também aos seres humanos. Como todo vírus considerado novo, para o qual não costumam existir métodos preventivos, o vírus mutante da gripe H1N1 espalhou-se rapidamente pelo mundo.
A transmissão ocorre da mesma forma que a gripe comum, ou seja, por meio de secreções respiratórias, como gotículas de saliva, tosse ou espirro, principalmente. Após ser infectada pelo vírus, uma pessoa pode demorar de um a quatro dias para começar a apresentar os sintomas da doença. Da mesma forma, pode demorar de um a sete dias para ser capaz de transmiti-lo a outras pessoas.
É importante ressaltar que, assim como a gripe comum e outras formas da doença, a gripe H1N1 também é altamente contagiosa.

    Fatores de risco

    A gripe H1N1, como qualquer gripe, pode afetar pessoas de todas as idades, mas, no período em que houve a pandemia, notou-se que o vírus infectou mais pessoas entre os cinco e os 24 anos. Foram poucos os casos de gripe H1N1 relatados em pessoas acima dos 65 anos de idade.
    Gestantes, doentes crônicos, crianças pequenas, pessoas com obesidade e com outros problemas respiratórios também estão entre os grupos mais vulneráveis para gripe H1N1.
    Os demais fatores de risco seguem a mesma linha daqueles enumerados para outros tipos de grupo. Permanecer em locais fechados e com um aglomerado de pessoas, levar as mãos à boca ou ao nariz sem lavá-las antes e permanecer em contato próximo com uma pessoa doente são os principais fatores que podem aumentar os riscos de uma pessoa vir a desenvolver gripe H1N1.

     sintomas

    Sintomas de Gripe H1N1

    Os sinais e sintomas da gripe H1N1 são muito parecidos com os da gripe comum, mas podem ser um pouco mais graves e costumam incluir algumas complicações também. Veja:
    As complicações decorrentes da gripe H1N1 são comuns em pessoas jovens, o que é bastante difícil de acontecer em casos de gripe comum.
    A insuficiência respiratória é um sintoma frequente da gripe H1N1 que não é devidamente tratada. Em casos graves, ela pode levar o paciente à morte.

     diagnóstico e exames

    Buscando ajuda médica

    A Organização Mundial da Saúde afirma que a pandemia de gripe H1N1, hoje, já está controlada. No então o aumento de casos no Estado de São Paulo tem tornado a doença novamente um motivo de preocupação.
    Sintomas de gripe que não passam devem ser investigados por um especialista, especialmente se eles vierem acompanhados de sinais mais graves, como falta de ar.

    Na consulta médica

    Especialistas que podem diagnosticar gripe H1N1 são:
    • Clínico geral
    • Infectologista
    • Pneumologista
    Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:
    • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
    • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
    • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.
    O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
    • Quais são seus sintomas?
    • Quando seus sintomas surgiram?
    • Você manteve contato próximo com alguém que estava doente?
    • Você esteve recentemente em locais fechados ou com aglomerados de pessoas?
    • Você sente falta de ar? Com que frequência?
    • Você tomou vacina para gripe H1N1?

    Diagnóstico de Gripe H1N1

    A suspeita de gripe H1N1 ocorre em pessoas com quadro de sinais e sintomas compatíveis aos de gripe, mas com as complicações típicas da H1N1. Nestes casos, o médico deverá coletar uma amostra de secreção do paciente e enviá-la para análise minuciosa no laboratório.

     tratamento e cuidados

    Tratamento de Gripe H1N1

    A maioria dos casos de gripe H1N1 foi sanada completamente sem a necessidade de internação hospitalar ou do uso de antivirais. Em alguns casos, no entanto, o uso de medicamentos e a observação clínica são necessários para garantir a recuperação do paciente.

     convivendo (prognóstico)

    Convivendo/ Prognóstico

    Uma pessoa diagnosticada com gripe H1N1 deve permanecer em casa, afastado do trabalho ou da escola, e evitar locais com acúmulo de pessoas. Repouso e manter boa hidratação são duas dicas importantes para garantir a recuperação.

    Complicações possíveis

    A principal complicação decorrente de gripe H1N1 consiste em crises de insuficiência respiratória, que podem levar o paciente a óbito se não forem tratadas imediatamente e em caráter de urgência.

     prevenção

    Prevenção

    A prevenção de gripe H1N1 segue as mesmas diretrizes da prevenção de qualquer tipo de gripe, só que o cuidado deve ser redobrado:
    • Evite manter contato muito próximo com uma pessoa que esteja infectada
    • Lave sempre as mãos com água e sabão e evite levar as mãos ao rosto e, principalmente, à boca
    • Leve sempre um frasco com álcool-gel para garantir que as mãos sempre estejam esterilizadas
    • Mantenha hábitos saudáveis. Alimente-se bem e coma bastante verduras e frutas. Beba bastante água
    • Não compartilhe utensílios de uso pessoal, como toalhas, copos, talheres e travesseiros
    • Se achar necessário, utilize uma máscara para proteger-se de gotículas infectadas que possam estar no ar
    • Evite frequentar locais fechados ou com muitas pessoas
    • Verifique com um médico se há necessidade de tomar a vacina que já está disponível contra a gripe H1N1.

    Vacinação

    Devido ao aumento súbito de casos no início de 2016, a prefeitura de São José do Rio Preto está fazendo uma campanha de vacinação extra na cidade, usando o lote de vacinas de 2015, que contempla também H1N1. No entanto, é muito importante ressaltar que em 2016 uma nova vacina da gripe será lançada na campanha nacional de vacinação contra a gripe, e ela também contemplará a H1N1 e deverá ser tomada.
    A vacinação normalmente é oferecida na rede pública para pessoas dentro dos grupos de risco, ou seja:
    • Crianças entre 6 meses e 5 anos
    • Idosos acima de 60 anos
    • Gestantes
    • Portadores de doenças crônicas, como bronquite e asma.
    Quem não se encaixa nesses grupos, mas quer se prevenir, deve buscar a vacina em clínicas particulares.

     fontes e referências

    • Ministério da Saúde
    • Organização Mundial da Saúde
    • Hospital Israelita Albert Einstein

    Ana Carolina, mãe de Isabella Nardoni, está grávida. E ela nos dá uma bela lição sobre o luto

    Há algo de errado em enterrar o próprio filho. O filme italiano O Quarto do Filho, de Nanni Moretti, venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes 2001 ao mostrar o luto comovente de um pai que perde o filho.
    Era a ficção nos fazendo falar de morte. Sete anos depois, na dolorida realidade, acompanhamos, quase como voyers televisivos cheios de empatia, a experiência devastadora de uma moça chamada Ana Carolina Oliveira, na época com 24 anos.
    Em março de 2008, ela perdeu a filha, Isabella Nardoni, de 5 anos. A garotinha foi assassinada pelo próprio pai, Alexandre Nardoni, e pela madrasta, Anna Carolina Jatobá. Ambos estão cumprindo pena pelo assassinato. Jatobá, condenada a 26 anos. Ele, a 31 anos.
    A pequena Isabella foi jogada da janela, em um crime que chocou o país. O sofrimento de Ana Carolina, a mãe, não foi vivido com privacidade. Seus passos eram notícia. Suas atitudes, observadas atentamente, compreendidas por alguns, julgadas por outros.
    Oito anos depois, Ana Carolina está grávida. Talvez ela nem saiba, mas seu recomeço nos ensina a falar de luto: sua importância, sua particularidade, sua dificuldade. O luto entra na vida e a vida merece o luto, por mais que ele pareça inconveniente a uma sociedade que nos pressiona a ser funcionais e felizes o tempo todo.
    Em entrevista à Veja São Paulo, Ana Carolina, hoje com 32 anos, disse que precisou de auxílio para enfrentar a tragédia. “Chega uma hora em que a dor sufoca de tal forma que você precisa da ajuda de um profissional”, ela conta.
    Ana Carolina diz que fez terapia três vezes por semana e teve apoio da família e da religião. “Até certo ponto, você aguenta sozinha. Mas tem uma hora em que a dor sufoca. Eu demorei dois meses para procurar terapia e cheguei a fazer três sessões por semana. Nos primeiros meses, o caso da minha filha aparecia todos os dias na TV”, ela relata à reportagem.
     Um dos maiores desafios da psicologia diz respeito ao enfrentamento da perda de um filho. “A morte é a mais fiel das companheiras, pois permanece ao nosso lado a vida toda e nos leva quando tem de levar”, afirmou, em uma entrevista realizada há alguns anos, o autor de novelas Manoel Carlos, que enterrou três de seus cinco filhos. “Durante o luto, a pessoa revê a sua vida e as expectativas que projetou para si e para a criança”, afirma Maria Helena Franco, coordenadora do Laboratório de Estudos e Intervenções sobre o Luto da PUC. “Mas a exposição pública desse processo pode fazer com que ele se torne mais prolongado.” Com o caso da morte da filha na mídia o tempo todo, Ana Carolina viveu exatamente isso.
    Boa parte do luto de Ana Carolina foi televisionado. Em alguns momentos, entrevistas que ela dava lhe davam a sensação de ter sido usada, explica à reportagem.
    Muitas pessoas vinham prestar solidariedade e a abordavam carinhosamente na rua, mas houve quem julgasse as atitudes dela, não importavam quais. “Se eu estava triste, me chamavam de coitada. Se sorria, era julgada por ter superado o luto.”
    “Lutei para voltar a ser feliz, pois essa é a imagem que a minha filha tinha de mim”, diz Ana Carolina.
    A gravidez está no oitavo mês e o bebê será um menino, Miguel. O marido, o administrador Vinicius Francomano, também sonha em ter um filho.
    Esse é o percurso de Ana Carolina Oliveira. É particular e intransferível, conectado com o tempo e os sentimentos dela. Tão particular e intransferível como a dor de perder uma pessoa amada, assim como o momento em que cada um julga estar pronto para refazer a vida.

    quarta-feira, 20 de abril de 2016


    "Contribuições da Psicologia Contemporânea para a Compreensão do Papel da Mulher".



    Acessem o Artigo publicado pela FCC (Fundação Carlos Chagas).


    terça-feira, 12 de abril de 2016

    Esclerose Múltipla - na vida de uma artista!




    Cláudia Rodrigues se submeteu a transplante de células-tronco para tratar esclerose 



    A atriz Cláudia Rodrigues, que atuou em programas da Globo como A Diarista, Zorra Total, Sai de Baixo e Caça Talentos, se submeteu a transplante de células-tronco, numa tentativa de combater a esclerose múltipla que a afastou da TV. “Não senti medo nenhum. A partir do momento em que eu decidi fazer o transplante, entreguei para Deus: ‘se o Senhor quer o meu óbito, que faça sem dor'”, disse a artista, emocionada, ao programa Domingo Show, da Record. “Quero muita saúde e trabalho. Vou voltar a fazer muitas pessoas sorrirem”, finalizou Cláudia, que não atua na televisão desde 2012, quando viveu a personagem Ofélia do Zorra Total.

    Cláudia em cena de “A Diarista”, no auge da carreira, e durante a entrevista após transplante/Foto: reprodução

    E VOCÊ  CONHECE ALGUEM COM ESSA DOENÇA?  ACREDITA NA CURA? COMO LIDAR COM ESSA SITUAÇÃO NO CASO DE HAVER ALGUM PARENTE COM ESCLEROSE MÚLTIPLA? 
    COMENTARIOS ABAIXO 👇👇👇👇👇